Conexões Globais também se faz com música! Confira o segundo dia de shows

O segundo dia de shows do Conexões Globais – Cidades Democráticas complementou a troca de conhecimentos e vivências dos diálogos e oficinas com muita música e integração, trazendo novas dimensões para um evento onde aproximar as pessoas é o grande objetivo. Foram três apresentações onde o moderno e o popular estiveram presentes na mesma proporção, colocando todo mundo para dialogar na base da dança e da emoção.

Promovendo uma mescla de sonoridades e influências que ganhou corpo no conceito de “future jazz”, o Projeto CCOMA abriu a agenda de shows do sábado abrindo mentes e desafiando conceitos. Com a base sonora do jazz, Roberto Scopel e Swami Sagara promoveram uma saborosa salada de estilo, em composições ao mesmo tempo dançantes e experimentais, complexas e desafiadoras sem serem difíceis. O público reagiu de acordo, curtindo o clima de inovação e aplaudindo muito a cada música.

A seguir, a Banda Tagore tomou o palco com um rock transbordante de influências, fazendo uma ponte entre brasilidade e global muito bem recebida pelo público. Em um som que misturava psicodelia com referências nordestinas e uma presença de palco despojada e relaxada, Tagore Suassuna trouxe um misto de contemplação e energia para o palco do Conexões.

Por fim, uma celebração emotiva à memória de uma das grandes artistas do nosso tempo. A cantora Izmália fechou as atividades do Conexões com um tributo a Amy Winehouse, revisitando vários dos sons mais marcantes da curta, mas inesquecível trajetória da artista inglesa. Músicas como “Valerie”, “Poor Little Rich Girl”, “Me & Mr. Jones” e “Rehab” botaram o pessoal para dançar, em um show divertido e alto astral.

Tem fotos de toda essa boniteza no Flickr e no Instagram do Conexões Globais – Cidades Democráticas. Mais tarde, o YouTube também terá trechos dessas apresentações para você. Foi lindo, e da próxima vez vai ser ainda maior!

Igor Natusch
3 de abril de 2016
Igor Natusch - 3 de abril de 2016